14 E 15 DE OUTUBRO | FORTALEZA

Bayer aposta em biotecnologia para impulsionar o futuro do algodão brasileiro 

30/09/2026

Participação no Congresso Internacional Brasil 2026 destaca evolução das sementes Deltapine, avanços da plataforma Bollgard e soluções voltadas à produtividade, sustentabilidade e competitividade da fibra nacional. 

 

O avanço tecnológico no campo é um dos pilares para o futuro da cadeia do algodão e tem conexão direta com tema central do Congresso Internacional Brasil 2026, Futuro em Movimento: Transformação, Inovação e Novas Realidades. Nesse contexto, a Bayer participa do encontro, em Fortaleza, apresentando seu portfólio de soluções para a cotonicultura e reforçando a importância da biotecnologia para ampliar produtividade, qualidade da fibra e sustentabilidade. 

Segundo Fernando Prudente, Diretor de Negócios de Algodão da Bayer, o protagonismo alcançado pelo Brasil no mercado internacional é resultado de investimentos contínuos em tecnologia e inovação. Hoje, o país é o maior exportador mundial de fibra de algodão. “A Bayer tem sido parceira nessa jornada de crescimento, desenvolvendo soluções inovadoras que elevam o rendimento das lavouras, protegem o cultivo e promovem a sustentabilidade do setor”, afirma. 

 

Inovação do campo à cadeia têxtil 

Entre as tecnologias está a biotecnologia Bollgard, lançada há mais de duas décadas e continuamente aprimorada. Sua evolução mais recente é a Bollgard 3 XtendFlex (B3XF), que combina proteção contra as principais lagartas da cultura com flexibilidade no manejo de plantas daninhas. 

O próximo passo já está no horizonte. A Bayer prevê o lançamento, até 2028, da quarta geração da Bollgard, com novas proteínas para proteção contra as principais lagartas e contra o inseto tripes, além de maior flexibilidade no manejo de plantas daninhas. “A quarta geração representa o compromisso da Bayer em seguir investindo em inovação para entregar produtividade, sustentabilidade e competitividade à cadeia do algodão no país”, destaca Prudente. 

 

As sementes e as diferentes realidades 

A Bollgard está integrada às sementes Deltapine, desenvolvidas a partir de um amplo banco de germoplasma de algodão. Aliadas às boas práticas de manejo, elas buscam oferecer alto teto produtivo, estabilidade, qualidade superior da fibra e adaptabilidade às diferentes condições de cultivo. 

Durante o Congresso, a Bayer apresentará cultivares Deltapine adaptadas às diferentes realidades de solo e clima do país, além de destacar a evolução da Bollgard 3 XtendFlex e antecipar detalhes sobre a quarta geração da plataforma. “As sementes Deltapine entregam alto teto produtivo, estabilidade no campo e fibra de qualidade superior”, ressalta o executivo. 

 

Sustentabilidade e rastreabilidade 

A agenda de inovação também extrapola o desempenho agronômico. Mais de 90% da produção brasileira de algodão é cultivada em regime de sequeiro, utilizando predominantemente água da chuva, e cerca de 90% da produção nacional é certificada. 

Nesse cenário, a companhia destaca a plataforma PRO Carbono, que permite identificar as emissões de CO2 nas lavouras e orientar ajustes de manejo para contribuir com sua redução. A estratégia acompanha uma transformação da cadeia, na qual sustentabilidade, rastreabilidade e menor impacto ambiental ganham peso nos mercados globais. 

A Bayer também apoia iniciativas que aproximam o campo do consumidor, como o movimento Sou de Algodão, da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), voltado à valorização da fibra natural brasileira e ao consumo consciente. 

 

Algodão brasileiro no futuro da moda 

Ao levar ao Congresso tecnologias agrícolas e a discussão sobre o futuro da fibra natural, a Bayer amplia o olhar sobre a conexão entre campo, indústria e consumidor. Para a companhia, o algodão brasileiro reúne atributos estratégicos em um cenário que valoriza matérias-primas renováveis, biodegradáveis e produzidas sob padrões crescentes de certificação. 

“O Brasil ocupa uma posição privilegiada ao unir escala, tecnologia e altos padrões de certificação”, afirma Prudente. Para o executivo, o desafio é manter a evolução da cadeia por meio de investimentos contínuos em inovação, garantindo que a fibra nacional preserve sua posição de destaque em qualidade e competitividade para a indústria têxtil. 







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